The Legend of Zelda (1986, NES)
O jogo que começou tudo: um mundo aberto em visão de cima, sem caminho marcado, em que Link reúne os fragmentos da Triforça para enfrentar Ganon.
linha do tempo · revisão 1
O remake de Ocarina of Time chega ao Switch 2 em 5 de novembro e é a desculpa perfeita para conhecer (ou revisitar) a série The Legend of Zelda. Organizamos 14 jogos principais em ordem de lançamento, com o console original e o que torna cada um especial. A cronologia da história de Hyrule é ramificada e cheia de teorias, então aqui a ordem é a de lançamento, que é a forma mais simples de acompanhar a evolução da série.
Confiança editorial
O jogo que começou tudo: um mundo aberto em visão de cima, sem caminho marcado, em que Link reúne os fragmentos da Triforça para enfrentar Ganon.
O mais diferente da série, com combate em visão lateral e elementos de RPG, como pontos de experiência. Vale pela curiosidade histórica.
Definiu a fórmula clássica de masmorras, itens e dois mundos paralelos (Luz e Trevas). Ainda hoje é um dos mais recomendados para quem gosta de 2D.
Link naufraga na misteriosa ilha Koholint, longe de Hyrule. Ganhou um remake com visual de brinquedo para o Switch em 2019.
A estreia da série em 3D, com Link viajando entre a infância e a vida adulta. É o jogo que ganha o remake no Switch 2, que pode ser o seu ponto de partida.
Continuação direta de Ocarina, mais sombria: Link tem três dias para impedir que a lua caia sobre Termina e precisa repetir esse ciclo. Ganhou versão para 3DS em 2015.
Visual em cel-shading e um oceano enorme para navegar. Teve versão HD no Wii U em 2013.
Aventura portátil em 2D em que Link encolhe para o tamanho dos Minish. Boa opção curta para quem gosta do estilo clássico.
O Zelda mais sombrio e realista da era 3D, em que Link se transforma em lobo no Reino do Crepúsculo.
Conta a origem da Espada Mestra e foi pensado para controles de movimento. Ganhou versão HD para o Switch em 2021.
Volta ao mundo de A Link to the Past, com a novidade de Link virar um desenho e andar pelas paredes. Ótimo para quem quer um Zelda 2D mais moderno.
Reinventou a série com um mundo aberto em que quase tudo pode ser escalado, cozinhado ou usado como arma. Muita gente começou a série por aqui.
Sequência direta de Breath of the Wild, com ilhas no céu, cavernas profundas e a habilidade de construir veículos e engenhocas.
O primeiro jogo principal em que a própria Zelda é a protagonista, resolvendo desafios ao criar cópias de objetos e criaturas.
Continue explorando