Não Me Abandone Jamais (2010)
Outra adaptação de Kazuo Ishiguro, com Carey Mulligan, Andrew Garfield e Keira Knightley. Mesmo tom melancólico e a mesma pergunta sobre quem merece ser tratado como humano.
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Klara e o Sol conta a história de uma "Amiga Artificial" que observa os humanos e tenta cuidar de uma menina doente. Se você saiu do cinema querendo mais histórias em que máquinas sentem, aprendem ou nos fazem pensar sobre o que é ser humano, estes 12 filmes são o próximo passo.
Confiança editorial
Outra adaptação de Kazuo Ishiguro, com Carey Mulligan, Andrew Garfield e Keira Knightley. Mesmo tom melancólico e a mesma pergunta sobre quem merece ser tratado como humano.
Uma família tenta consertar Yang, o androide que ajudava a criar a filha adotiva. Filme delicado de Kogonada, com Colin Farrell, o parente mais próximo de Klara no tom.
Steven Spielberg, a partir de um projeto de Stanley Kubrick, conta a jornada de David, um menino robô programado para amar.
Joaquin Phoenix se apaixona por um sistema operacional com a voz de Scarlett Johansson. Spike Jonze ganhou o Oscar de roteiro original.
Um programador é chamado para testar se a robô Ava tem consciência. Suspense de Alex Garland, vencedor do Oscar de efeitos visuais.
Animação da DreamWorks sobre a robô Roz, que naufraga numa ilha e acaba criando um filhote de ganso. Boa opção para ver em família.
O robô da Pixar que limpa uma Terra abandonada e se apaixona por EVA. Quase sem diálogos na primeira metade.
Um menino faz amizade com um robô gigante caído do espaço, em plena Guerra Fria. Estreia de Brad Bird na direção.
Robin Williams é um robô doméstico que, ao longo de 200 anos, tenta ser reconhecido como humano. Baseado em Isaac Asimov.
Um ex-ladrão idoso ganha um robô cuidador e decide voltar à ativa com ele. Comédia dramática pequena sobre cuidado e memória.
Neill Blomkamp mostra um robô policial que ganha consciência e é "criado" por uma gangue em Joanesburgo.
Denis Villeneuve volta ao universo de replicantes com Ryan Gosling, e inclui a relação do protagonista com Joi, uma IA doméstica.
Primeiro romance de Ishiguro depois do Nobel de Literatura de 2017. Vale ler antes ou depois do filme.
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